terça-feira, 28 de julho de 2009


São ruídos, são vozes, ora berros, ora sussurros.
Na noite sem luz, deixei cartas que não te entreguei, escrevi pedidos que não fui capaz de fazer, deixei um último adeus que não consegui pronunciar.
Viagem tão grande me espera, de bagagens vazias, tenho que procurar a forma de as preencher da tua falta já sentida, apesar de magoa cheia, por ti não posso mais esperar...

Fotografia: olhares.aeiou.pt/Feiticeira

5 comentários:

Qel disse...

a espera tem sempre os dois lados: aquele em que alcançamos e aquele em que se desespera. Contudo, a espera antes de ser uma qualquer outra coisa, é sempre isso mesmo, uma espera e, tenhamos nós paciência ou não, a espera vai ser sempre angustiante.
Um beijinho *

Phoenix disse...

A maneira como escreves de tão genuína que é, que quase consigo tocar o paroxismo das tuas palavras.
Um abraço

Beatriz Cró disse...

Nem eu.

Joana Éme. disse...

http://demasiadocoracao.blogspot.com/2009/07/caixa-de-pandora.html


Eu bem disse ;)

Purple disse...

Ás vezes faz bem viajar sozinho, faz bem percorrer as nossas estradas interiores de malas vazias e coração aberto.

Beijinho*