segunda-feira, 1 de dezembro de 2008


Não foram muitos, mas também não foram poucos. Iam saindo como nunca os tivesse conhecido, sem acenos, sem últimas palavras, consentia que chegava a hora de parar de enfrentar o que já estava quebrado.
Por vezes, tentava ignorar isso e voltava a tentar, voltava a tentar... Até que se confirmava, há certos laços que são tão frágeis que quanto mais força aplicamos mais perto estamos de os partir, enquanto outros, que são amovíveis, só com a força certa conseguimos fazer a diferença, caso contrário, acabam-se por destruir como outros. (Guardo muito daquilo que dizes, L.)
Mas ainda há os laços mais fortes, como o teu e o teu também, que espero que nunca seja necessária força para os reconstruir, apenas fortalecer.
E aos poucos vou reconhecendo que apesar de há tão pouco tempo te conhecer, espero que não se quebre o que construímos até agora, mesmo com alguns percalços, ter o que for necessário para completar o que já iniciamos, nem que para isso tenha que abdicar de certas coisas, mas que amizade prevaleça para que tantos planos que tenho sejam cumpridos e vejas como tinha razão, sítios como os que te quero mostrar, são mais bonitos do que podias imaginar.

4 comentários:

Maria disse...

Há laços que nunca quebram.

Miguel Ângelo disse...

Gostei e ponto final. Voltarei cá.

Maria disse...

Esses doiem quando rompem.

Ema disse...

Texto excelente.
Continua*