domingo, 9 de novembro de 2008


Olha-me assim mais uma vez, faz-me encontrar em cada recanto teu um sorriso por mim perdido, perder a noção do que é a realidade e o imaginário, fazer dos antónimos, sinónimos, e de um tempo cronometrado, um infinito inalcançável.
Mais um abraço, uma despedida, sem um reencontro marcado, anseio de novo a tua presença. Sem mais demoras, que tudo isto acabe, e esteja contigo sempre que a vontade aperte no peito, sem viagens longas, mas sim, com um “até já” pouco demorado.
Agora que o desejo é forte, o tempo parece ter parado, os ponteiros do relógio de pulso congelado por vontade própria, quando assim deveria ser quando presente estás e não quando longe te sinto.

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